Com a assinatura do
plano de prevenção Raze,
você tem energia disponível
no instante da emergência.
A Raze testa sob carga, documenta e assina a responsabilidade técnica do sistema de energia de emergência de condomínios, hospitais e indústrias. Não é manutenção que aparece depois da falha: é engenharia para evitá-la.
Sete etapas encadeadas: o que entra como incerteza sai como garantia. Executadas por engenheiros e técnicos da Raze — a mesma equipe, do diagnóstico à assinatura.

Levantamento do que precisa continuar ligado: elevadores, bombas, áreas críticas.
Subestação, gerador, quadro de transferência e nobreak, sob um só responsável.
O gerador testado contra carga real — não em vazio, onde tudo parece funcionar.
O intervalo entre a queda e a energia de volta, medido em segundos.
Quantas horas o sistema sustenta a operação, verificado em campo.
Cada medição comparada à anterior: a degradação aparece antes da falha.
Engenheiro do CREA-RJ vinculado ao serviço, com os laudos de conformidade.
Confiança que vem de número medido, não de opinião de técnico — e o laudo com ART vem dentro do contrato, não como serviço à parte.
Cada operação sente a falha de um jeito. Por isso o plano começa pela sua dor — e vem com o escopo técnico e a responsabilidade assinada.




Um gerador não responde a uma norma só. Ele cruza segurança contra incêndio, instalações elétricas, saúde, meio ambiente e trabalho — e cada frente cobra o seu documento. Este é o mapa que a Raze cobre, com um só responsável técnico.
Verificamos cada uma dessas frentes, documentamos o resultado e assinamos a responsabilidade técnica — o conjunto inteiro sob um só contrato.
Verificar conformidadeA periodicidade depende da criticidade da operação e do regime de uso. Em condomínios, o intervalo usual é trimestral; em hospitais, indústrias e cadeia fria, mensal ou quinzenal. O que define o plano não é o calendário do fornecedor: é o que a ABNT NBR ISO 8528 e o manual do fabricante exigem para aquele equipamento, cruzados com o custo de uma indisponibilidade naquela operação.
Não. A partida semanal sem carga prova apenas que o motor liga. Ela não prova que o quadro de transferência automática comuta, que o alternador sustenta a carga real, nem que há combustível para o tempo de que a operação precisa. Pior: a operação prolongada em baixa carga acumula resíduo não queimado no motor — o chamado wet stacking — e degrada o equipamento. O ensaio que comprova prontidão é feito com banco de cargas.
É a aplicação de carga real e controlada ao grupo gerador, em degraus, com registro de tensão, frequência, corrente e temperatura em cada patamar, além da verificação de estabilidade dos reguladores de tensão e de rotação. É o ensaio que comprova que o conjunto assume e sustenta a carga pelo tempo necessário. Os métodos de ensaio estão na ABNT NBR ISO 8528-6.
ART é a Anotação de Responsabilidade Técnica, prevista na Lei nº 5.194/1966 e na Resolução CONFEA nº 1.025/2009. Ela vincula formalmente um engenheiro registrado no CREA ao serviço executado e documenta, perante o conselho, quem respondeu tecnicamente por ele. Sem ART, um relatório é a opinião de quem o escreveu — não um documento com responsável identificável.
A Lei Estadual RJ nº 6.400/2013 obriga a autovistoria periódica das edificações, com laudo técnico assinado por profissional habilitado e acompanhado de ART ou RRT. Segundo a orientação do CAU/RJ, a periodicidade varia com a idade do prédio: a cada dez anos para edificações com menos de 25 anos e a cada cinco anos a partir dos 25 anos. O sistema elétrico e o de energia de emergência entram nessa vistoria.
O Decreto Estadual RJ nº 42/2018 (COSCIP) trata dos sistemas de segurança contra incêndio, e é o gerador que mantém energizados a iluminação de emergência, as bombas de incêndio, a pressurização de escadas e o alarme. O laudo de abrangência comprova, com ensaio em campo e simulação de falta de energia, quais desses circuitos continuam efetivamente alimentados.
A RDC ANVISA nº 50/2002 exige que estabelecimentos assistenciais de saúde tenham sistema elétrico de emergência com partida automática atendendo às áreas críticas e autonomia dimensionada para sustentar a operação — a prática consolidada de projeto para EAS trabalha com 24 horas. A ABNT NBR 13534 complementa com os requisitos das instalações elétricas em ambientes de saúde, e o tempo de restabelecimento aceitável varia conforme a classificação da área. O que vale para a sua unidade é o que o diagnóstico verifica e documenta.
A NR-10 exige o prontuário para instalações elétricas com carga instalada acima de 75 kW. Ele reúne diagramas unifilares atualizados, a especificação dos dispositivos de proteção e das medidas de controle de risco, o laudo técnico das instalações e os procedimentos de emergência, com responsável técnico anotado.
A responsabilidade pela conservação e pela segurança da edificação recai sobre o condomínio e sobre o síndico, e a legislação estadual do Rio de Janeiro a cobra nominalmente. Contratar serviço de engenharia com laudo e ART não extingue essa responsabilidade: o que ela faz é documentar que a verificação foi executada por profissional habilitado e registrar quem respondeu tecnicamente por ela. É prova de diligência, não transferência de risco.
Rio de Janeiro e região metropolitana. Condomínios residenciais, estabelecimentos de saúde, indústria e cadeia fria, e comércio de médio e grande porte — com contrato de manutenção preventiva dimensionado pela criticidade de cada operação.
Antes de qualquer proposta, a Raze executa um diagnóstico de prontidão — serviço técnico com preço definido, abatido no contrato caso ele seja fechado. É a única forma honesta de dizer a um gestor o que ele realmente tem.
Você tem o registro do último ensaio do seu gerador, feito sob carga? Se a resposta demora, já é um bom motivo para verificar.
Quero meu plano de prevenção